A escassez de educadores na Suíça, tem assustado a Federação de Professores (LCH). Cada vez há mais alunos inscritos e menos instrutores atuando.
E as perspectivas não são lá animadoras, segundo previsão da LCH, cerca de um terço dos professores empregados em escolas públicas no país, vai se aposentar nos próximos 15 anos.
A alta demanda por educadores é devida às classes heterogêneas, ao aumento de pais que trabalham fora e aos encargos administrativos que aumentaram muito.
Em alguns Estados, os assistentes de classe são a alternativa para o problema. Professores de tempo parcial, profissionais de áreas afins e até mesmo leigos em pedagogia estão ajudando a suprir a falta de educadores.
Como a pluralidade cultural é uma característica marcante na Suíça, os professores estrangeiros são muito bem-vindos. Cidadãos não europeus podem cursar a Universidade de Ciências Aplicadas do Noroeste da Suíça (UFHW), uma das mais procuradas nesse campo de ensino. Só que isso depende da educação que os interessados tiveram antes.
"É preciso um diploma de acesso à Universidade, correspondente à Matura (Ensino Médio suíço)", explica Teia Fetescu, da Faculdade de Pedagogia. "Além disso, como um não falante nativo da língua alemã, com o diploma C2 no idioma, para ser admitido", completa.
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